sábado, 27 de agosto de 2016

CUT realiza seminário para ampliar ações em defesa da democracia e dos direitos dos trabalahdores


Nos dias 24 e 25 de agosto, a Central Única dos Trabalhadores , através da Secretaria Nacional de Relações do Trabalho realizou um grande seminário em Brasilia na capital federal.
No primeiro dia do SEMINÁRIO SOBRE OS  “Cenários para as Relações de Trabalho no Brasil” que aconteceu no Hotel Nacional, em Brasília reuniu dirigentes nacionais da CUT, dirigentes das Confederações e Secretários de Relações do Trabalho de todas as estaduais da Central para discutir sobre a atual conjuntura política e definir estratégias para enfrentar o golpe em curso  no país
Para a secretária de Relações de Trabalho da CUT, Graça Costa, o seminário faz parte da agenda de lutas da CUT. “Este debate veio em um momento oportuno. Além de formar cada dirigente, estaremos discutindo estratégias para continuar defendendo a democracia , na defesa dos direitos da classe trabalhadora e combater o golpe. Com isso, teremos uma base unificada e combativa”, afirma.

Para o Secretário de Relações de Trabalho da CUT Bahia, Derlan Queiroz, a inciativa veio em um momento fundamental para que os dirigentes pudessem refletir ainda mais sobre o atual momento da politica brasileira em que os trabalhadores sobre ataques na retirada de direitos . “Tanto dos trabalhadores do Brasil, quanto os trabalhadores da Bahia devem está mobilizados a fim de entenderem a necessidade de barrar este governo interino golpista. Precismos avançar  mais nas mobilizações nas comunidades e nas assembleias frente as fábricas  e investir em comunicação, assim alcançaremos ainda mais o apoio dos filiados.Esta deve ser uma bandeira de luta permanente, só assim, conseguirmos resultados positivos”, afirma.

Nos dias do seminário os dirigentes e debatedores destacaram os mais de 50 projetos maléficos aos trabalhadores e destacaram alguns dos que estão em tramitação no Congresso Nacional a exemplo da PEC 241/16 que limita gastos públicos federais por 20 anos e acaba com a atual vinculação de receitas para gastos com saúde pública e educação, previstas na Constituição, o Projeto de Lei 4567/16, que visa tirar da Petrobras a função de operadora única do Pré-Sal, abrindo as portas para a entrega das reservas energéticas estratégicas do Brasil ao capital estrangeiro, e o antigo PL 4330 e hoje  PLC 30 (Terceirização sem limites) que libera a subcontratação e precarização o trabalho.

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