terça-feira, 12 de julho de 2016

Trabalhadores da Empresa de Calçados Paquetá protestam contra Assédio Moral e Redução de Direitos.

Na madrugada desta terça-feira (12), logo às 04:30 da manhã, a Direção da CUT Bahia, Sindalimentação Bahia e Metalúrgicos estiveram em apoio junto direção do SINDICAL para realizar uma assembléia com os Trabalhadores da Empresa de Calçados Paquetá.
A indústria fica no município de Ipirá-Bahia na região da Bacia do Jacuípe e atualmente conta com 1.800 empregados
Na assembléia ampliada de protesto foi pautado, discutido e deliberado sobre as ações do SINDICAL e da CUT para combater todos os tipos de precarização no local de trabalho, dentre eles, foi destacado o ASSÉDIO MORAL praticados pela política perversa de gestão da empresa, as PERSEGUIÇÕES de grande parte do corpo gestor da empresa, falta de EPI'S, precarização no local de trabalho com falta de fardamentos e/ou fardamentos sem condições mínimas de uso, número grande de trabalhadores adoecidos no local de trabalho, falta de política ergonômica, proposta da empresa em reduzir direitos dos trabalhadores, dentre outros. 
A CUT Bahia esteve representada pelos seus sindicatos filiados, militantes e pelo Secretário de Organização e Política Sindical Josenilton Ferreira (Cebola).
" A CUT veio aqui para apoiar a direção deste valoroso SINDICATO e todos os trabalhadores; estamos aqui para atender o clamor da assembléia que é soberana ; queremos dialogar por que acreditamos na democracia e na boa conversa para que os problemas sejam resolvidos mas, não abrimos mão de hipótese alguma de defender com unhas e dentes os interesses da classe trabalhadora; se a empresa achar que não deve sentar para negociar os trabalhadores não deverão abrir mão de usar todos os instrumentos de luta e mobilização que tem, inclusive a GREVE" Comenta Derlan Queiroz que mesmo descompatibilizado dos cargos de Secretário de Relações do Trabalho da CUT BAHIA e dirigente do SINDALIMENTAÇÃO Bahia, esteve presente como militante. 
 Após assembléia ampliada de protesto em que os trabalhadores e as trabalhadoras cruzaram os braços por 4 horas e meia, ficou encaminhando que:
1) A direção do SINDICAL ira protocolar novamente um ofício até dia 13 convocando a direção da empresa para uma reunião e, neste ofício deverá conter todos os pontos discutidos e decididos em assembléia realizada frente a fábrica no dia 12 de julho de 2016.

2) Neste mesmo ofício o sindicato NOTIFICARÁ a Empresa para que não haja desconto no salário dos trabalhadores as horas que estiveram em assembléia.
3) A assembléia também decidiu que se a empresa continuar se negando a negociar, o SINDICATO está autorizado para chamar outra assembléia de protesto e poderão aprovar indicativo de greve.





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