sábado, 4 de maio de 2013

Gás onshore terá relevância no plano da Petrobras


A presidente da Petrobras, Maria das Graças Silva Foster, revelou na última sexta-feira (3) que o plano da companhia para o período até 2030 mostrará ganho de relevância à produção de gás onshore. Segundo ela, projetos de pesquisa e desenvolvimento também ganharão força no plano, o que também está ligado à prospecção do recurso. Graça não citou, mas se referia a investimentos em gás não convencional, que começou a ter seus primeiros poços perfurados neste ano. Graça Foster disse ainda que a refinaria de Pasadena, no Texas, Estados Unidos, já está utilizando "tight oil" (petróleo não convencional) americano para processamento. A refinaria, para 100 mil barris/dia de óleo leve, foi adquirida em 2006 com planos para ser ampliada e convertida em uma unidade para óleo pesado do campo de Marlim. Mas a conversão nunca foi executada. A refinaria estava dentro do plano de vendas no exterior da Petrobras, mas foi removida recentemente, já que a estatal gastou em sua aquisição cerca de dez vezes mais do que seu preço de mercado. A Petrobras avaliou que seriam necessários novos investimentos para melhorar seu preço. Além disso, a refinaria fica próxima à produção deste novo tipo de petróleo, o tight oil, nos Estados Unidos, o que melhora a rentabilidade das operações. Informações da Agência Estado.

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