terça-feira, 31 de agosto de 2010

NANOTECNOLOGIA PODERÁ SER ALTERNATIVA PARA CURA DO CÂNCER

As nanopartículas, moléculas 90 mil vezes menores do que a espessura de um fio de cabelo, são a grande aposta da ciência para o desenvolvimento de tratamentos mais eficazes e com menos efeitos colaterais de uma das doenças mais temidas da atualidade: o câncer.
Aliando a fotodinâmica – aplicação de luz no combate às células cancerígenas, uma técnica largamente utilizada desde 1970 em outros países – à nanotecnologia, cientistas brasileiros têm obtido índices de cura de 95% em testes com animais tratados por câncer de pele. A associação entre essas duas terapêuticas têm sido a chave do sucesso.
A previsão do Instituto Nacional do Câncer (INCA) é de que, só este ano no País, 113.850 brasileiros desenvolvam câncer de pele não melanômico – uma forma menos agressiva da doença, que é mais comum em pessoas com mais de 40 anos e em brancos.
“Já estamos em fase clínica, mas esse tratamento, para ser administrado, depende da autorização do Comitê de Ética em Pesquisa", explica Antonio Claudio Tedesco, coordenador do Centro de Nanotecnologia da Universidade de São Paulo (USP), em Ribeirão Preto.
"Seu tamanho ínfimo permite que as partículas penetrem com maior especificidade e seletividade usando quantidades infinitamente menores de remédio, com menos danos aos tecidos normais", diz. Informações IG

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